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Total de Questões Encontradas: 4.001 de 252.126
Exibindo: Página 733 de 801

Questão: 3661 / QT-185078
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia
Disciplina: Português

Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo

O lábaro que ostentas estrelado,

E diga o verde-louro dessa flâmula

— “Paz no futuro e glória no passado.”

Mas, se ergues da justiça a clava forte,

Verás que um filho teu não foge à luta,

Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada,

Entre outras mil,

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo és mãe gentil,

Pátria amada, Brasil!

Hino Nacional do Brasil. Letra: Joaquim Osório Duque Estrada. Música: Francisco Manuel da Silva (fragmento).


O uso da norma-padrão na letra do Hino Nacional do Brasil é justificado por tratar-se de um(a)

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reverência de um povo a seu país.

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gênero solene de característica protocolar.

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canção concebida sem interferência da oralidade.

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escrita de uma fase mais antiga da língua portuguesa.

-

artefato cultural respeitado por todo o povo brasileiro.


Questão: 3662 / QT-185079
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia
Disciplina: Português

Imagem associada para 
resolução da questão


A fotografia exibe a fachada de um supermercado em Foz do Iguaçu, cuja localização transfronteiriça é marcada tanto pelo limite com Argentina e Paraguai quanto pela presença de outros povos. Essa fachada revela o (a)

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apagamento da identidade linguística.

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planejamento linguístico no espaço urbano.

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presença marcante da tradição oral na cidade.

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disputa de comunidades linguísticas diferentes.

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poluição visual promovida pelo multilinguismo.


Questão: 3663 / QT-185080
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia
Disciplina: Português

O trabalho não era penoso: colar rótulos, meter vidros em caixas, etiquetá-las, selá-las, envolvê-las em papel celofane, branco, verde, azul, conforme o produto, separá-las em dúzias... Era fastidioso. Para passar mais rapidamente as oito horas havia o remédio: conversar. Era proibido, mas quem ia atrás de proibições? O patrão vinha? Vinha o encarregado do serviço? Calavam o bico, aplicavam-se ao trabalho. Mal viravam as costas, voltavam a taramelar. As mãos não paravam, as línguas não paravam. Nessas conversas intermináveis, de linguagem solta e assuntos crus, Leniza se completou. Isabela, Afonsina, Idália, Jurete, Deolinda - foram mestras. O mundo acabou de se desvendar. Leniza perdeu o tom ingênuo que ainda podia ter. Ganhou um jogar de corpo que convida, um quebrar de olhos que promete tudo, à toa, gratuitamente. Modificou-se o timbre de sua voz. Ficou mais quente. A própria inteligência se transformou. Tornou-se mais aguda, mais trepidante.

REBELO, M. A estrela sobe. Rio de Janeiro: José Olympio, 2009.


O romance, de 1939, traz à cena tipos e situações que espelham o Rio de Janeiro daquela década. No fragmento, o narrador delineia esse contexto centrado no

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julgamento da mulher fora do espaço doméstico.

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relato sobre as condições de trabalho no Estado Novo.

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destaque a grupos populares na condição de protagonistas.

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processo de inclusão do palavrão nos hábitos de linguagem.

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vínculo entre as transformações urbanas e os papéis femininos.


Questão: 3664 / QT-185081
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia
Disciplina: Português

A imagem da negra e do negro em produtos de

beleza e a estética do racismo


Resumo: Este artigo tem por finalidade discutir a representação da população negra, especialmente da mulher negra, em imagens de produtos de beleza presentes em comércios do nordeste goiano. Evidencia-se que a presença de estereótipos negativos nessas imagens dissemina um imaginário racista apresentado sob a forma de uma estética racista que camufla a exclusão e normaliza a inferiorização sofrida pelos(as) negros(as) na sociedade brasileira. A análise do material imagético aponta a desvalorização estética do negro, especialmente da mulher negra, e a idealização da beleza e do branqueamento a serem alcançados por meio do uso dos produtos apresentados. O discurso midiático-publicitário dos produtos de beleza rememora e legitima a prática de uma ética racista construída e atuante no cotidiano. Frente a essa discussão, sugere-se que o trabalho antirracismo, feito nos diversos espaços sociais, considere o uso de estratégias para uma “descolonização estética” que empodere os sujeitos negros por meio de sua valorização estética e protagonismo na construção de uma ética da diversidade.

Palavras-chave: Estética, racismo, mídia, educação, diversidade.

SANT’ANA, J. A imagem da negra e do negro em produtos de beleza e a estética do racismo. Dossiê: trabalho e educação básica. Margens Interdisciplinar. Versão digital. Abaetetuba, n.16,jun. 2017 (adaptado).


O cumprimento da função referencial da linguagem é uma marca característica do gênero resumo de artigo acadêmico. Na estrutura desse texto, essa função é estabelecida pela

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impessoalidade, na organização da objetividade das informações, como em “Este artigo tem por finalidade” e “Evidencia-se”.

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seleção lexical, no desenvolvimento sequencial do texto, como em “imaginário racista” e “estética do negro”.

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metaforização, relativa à construção dos sentidos figurados, como nas expressões “descolonização estética” e “discurso midiático-publicitário”.

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nominalização, produzida por meio de processos derivacionais na formação de palavras, como “inferiorização” e “desvalorização”.

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adjetivação, organizada para criar uma terminologia antirracista, como em “ética da diversidade” e “descolonização estética”.


Questão: 3665 / QT-185082
Ano: 2018
Banca: INEP
Órgão: ENEM
Cargo: Exame Nacional do Ensino Médio - Primeiro e Segundo Dia
Disciplina: Português

Imagem associada para resolução 
da questão


A imagem integra uma adaptação em quadrinhos da obra Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa. Na representação gráfica, a inter-relação de diferentes linguagens caracteriza-se por

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romper com a linearidade das ações da narrativa literária.

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ilustrar de modo fidedigno passagens representativas da história

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articular a tensão do romance à desproporcionalidade das formas.

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potencializar a dramaticidade do episódio com recursos das artes visuais.

-

desconstruir a diagramação do texto literário pelo desequilíbrio da composição.



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