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Total de Questões Encontradas: 320 de 252.126
Exibindo: Página 54 de 65

Questão: 266 / QT-60015
Ano: 2024
Banca: Instituto Consulplan
Órgão: Câmara Municipal de Caratinga - MG
Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais
Disciplina: Português

No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Assinale a alternativa que possui a correta significação da palavra em destaque.

-

“Por que é proibido comer lasanha?” (17º§) – coibido.

-

“[…] e depois encomendar o prato:” (7º§) – previamente.

-

“Sabia perfeitamente o que queria.” (2º§) – parcialmente

-

“A silenciosa manducação atestava, […]” (28º§) – conturbação.


Questão: 267 / QT-60016
Ano: 2024
Banca: Instituto Consulplan
Órgão: Câmara Municipal de Caratinga - MG
Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais
Disciplina: Português

No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
O termo em destaque em “Sábado que vem, a gente repete… Combinado?” (29º§) é acentuado pelo mesmo sentido que as palavras a seguir, EXCETO: 

-

Difícil.

-

Básico.

-

Fanático.

-

Químico.


Questão: 268 / QT-60017
Ano: 2024
Banca: Instituto Consulplan
Órgão: Câmara Municipal de Caratinga - MG
Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais
Disciplina: Português

No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Assinale a alternativa em que a reescrita perde o sentido em relação ao trecho original “A gente pede uma fritada bem bacana de camarão.” (11º§). 

-

A gente pede uma fritada prazerosa de camarão.

-

A gente pede uma fritada significativa de camarão. 

-

A gente pede uma fritada irrelevante de camarão.

-

A gente pede uma fritada formidável de camarão.


Questão: 269 / QT-60018
Ano: 2024
Banca: Instituto Consulplan
Órgão: Câmara Municipal de Caratinga - MG
Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais
Disciplina: Português

No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
As palavras a seguir foram retiradas do texto; assinale a alternativa que possui a divisão silábica INCORRETA. 

-

la – sa – nha  

-

coi – sin – ha  

-

im – pas – sí – vel  

-

en – co – men – dar 


Questão: 270 / QT-60019
Ano: 2024
Banca: Instituto Consulplan
Órgão: Câmara Municipal de Caratinga - MG
Cargo: Auxiliar de Serviços Gerais
Disciplina: Português

No restaurante

    — Quero lasanha.
    Aquele anteprojeto de mulher — quatro anos, no máximo, desabrochando na ultraminissaia — entrou decidido no restaurante. Não precisava de menu, não precisava de mesa, não precisava de nada. Sabia perfeitamente o que queria. Queria lasanha.
    O pai, que mal acabara de estacionar o carro em uma vaga de milagre, apareceu para dirigir a operação-jantar, que é, ou era, da competência dos senhores pais.
    — Meu bem, venha cá.
    — Quero lasanha.
    — Escute aqui, querida. Primeiro, escolhe-se a mesa.
    — Não, já escolhi. Lasanha. Que parada — lia-se na cara do pai. Relutante, a garotinha condescendeu em sentar-se primeiro, e depois encomendar o prato:
    — Vou querer lasanha.
    — Filhinha, por que não pedimos camarão? Você gosta tanto de camarão.
    — Gosto, mas quero lasanha.
    — Eu sei, eu sei que você adora camarão. A gente pede uma fritada bem bacana de camarão. Tá?
    — Quero lasanha, papai. Não quero camarão.
    — Vamos fazer uma coisa. Depois do camarão a gente traça uma lasanha. Que tal?
    — Você come camarão e eu como lasanha.
    O garçom aproximou-se, e ela foi logo instruindo:
    — Quero uma lasanha.
    O pai corrigiu: — Traga uma fritada de camarão pra dois. Caprichada. A coisinha amuou. Então não podia querer? Queriam querer em nome dela? Por que é proibido comer lasanha? Essas 14 interrogações também se liam no seu rosto, pois os lábios mantinham reserva. Quando o garçom voltou com os pratos e o serviço, ela atacou:
    — Moço, tem lasanha?
    — Perfeitamente, senhorita.
    O pai, no contra-ataque:
    — O senhor providenciou a fritada?
    — Já, sim, doutor.
    — De camarões bem grandes?
    — Daqueles legais, doutor.
    — Bem, então me vê um chinite, e pra ela… O que é que você quer, meu anjo?
    — Uma lasanha.
    — Traz um suco de laranja pra ela.
    Com o chopinho e o suco de laranja, veio a famosa fritada de camarão, que, para surpresa do restaurante inteiro, interessado no desenrolar dos acontecimentos, não foi recusada pela senhorita. Ao contrário, papou-a, e bem. A silenciosa manducação atestava, ainda uma vez, no mundo, a vitória do mais forte.
    — Estava uma coisa, hem? — comentou o pai, com um sorriso bem alimentado. —Sábado que vem, a gente repete… Combinado?
    — Agora a lasanha, não é, papai?
    — Eu estou satisfeito. Uns camarões tão geniais! Mas você vai comer mesmo?
    — Eu e você, tá?
    — Meu amor, eu…
    — Tem de me acompanhar, ouviu? Pede a lasanha.
    O pai baixou a cabeça, chamou o garçom, pediu. Aí, um casal, na mesa vizinha, bateu palmas. O resto da sala acompanhou. O pai não sabia onde se meter. A garotinha, impassível. Se, na conjuntura, o poder jovem cambaleia, vem aí, com força total, o poder ultrajovem.

(ANDRADE, Carlos Drummond de. No restaurante: para aprender a gostar de ler; São Paulo: Ática, 2002.) 
Ao ler o último parágrafo do texto, podemos entender que:  

-

Os aplausos proferidos eram para zombar do pai.

-

Os presentes desaprovaram o descaso do pai em relação à menina.

-

As pessoas no restaurante admiraram o poder de persuasão da garotinha. 

-

As pessoas que estavam presentes ficaram admiradas com a falta de postura do pai. 



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